Os Segredos da Militância Raiz: Indícios de Coordenação e Manipulação da Opinião Pública
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Nos últimos anos, testemunhamos um fenômeno recorrente nas redes sociais: campanhas coordenadas que ganham tração de forma impressionante, promovendo hashtags como #NãoVaiTerGolpe, #LulaLivre, #EleNão, #PimentaContraFake, #CriancaNaoeMae e o mais recente “PRENDAM BOLSONARO AGORA”. Esses movimentos, embora apresentados como manifestações populares espontâneas, levantam sérias dúvidas sobre sua autenticidade.
Histórico de Coordenação
O pioneirismo no uso do WhatsApp e dos grupos para atacar opositores e enaltecer aliados não pertence a Carluxo e ao famigerado "Gabinete do Ódio". Isso começou muito antes! Em 2014, a campanha de reeleição da então presidente Dilma Rousseff, através do site "MudaMais" comandado pelo ex-ministro das Comunicações do governo Lula, Franklin Martins, criou um canal no WhatsApp para se comunicar diretamente com a militância.
O pioneirismo no uso do WhatsApp e dos grupos para atacar opositores e enaltecer aliados não pertence a Carluxo e ao famigerado "Gabinete do Ódio". Isso começou muito antes! Em 2014, a campanha de reeleição da então presidente Dilma Rousseff, através do site "MudaMais" comandado pelo ex-ministro das Comunicações do governo Lula, Franklin Martins, criou um canal no WhatsApp para se comunicar diretamente com a militância.
O pioneirismo no uso do WhatsApp e dos grupos para atacar opositores e enaltecer aliados não pertence ao famigerado "Gabinete do Ódio" atribuído a Carluxo. Em 2014, a campanha de reeleição da então presidente Dilma Rousseff, através do site “MudaMais” comandado pelo ex-ministro das Comunicações do governo Lula, Franklin Martins, criou um canal no WhatsApp para se comunicar diretamente com a militância.
O que inicialmente parecia uma jogada genial de marketing revelou uma face sombria: campanhas de cyberbullying político, destruição de reputações, disseminação de "fake news" e manipulação do cenário eleitoral. A campanha de Marina Silva em 2014 sofreu ataques do “MudaMais”, especialmente em relação à sua proposta de independência do banco central. Após solicitar ao TSE a remoção do site, Marina foi alvo de sátira pelo mesmo com a hashtag #Marina2Faces.
Maxwell Gonçalves Nunes, que se orgulha de ter contribuído para o “case WhatsApp mudamais.com” na campanha de Dilma Rousseff, é proprietário da Creative Full Service LTDA. Sua empresa recebeu R$35.736,00 pelos serviços prestados à campanha presidencial de Guilherme Boulos em 2018 e recentemente recebeu R$19.000,00 do gabinete do deputado Jilmar Tatto. Atualmente, Nunes administra vários grupos de apoio ao presidente Lula no WhatsApp, acessíveis pelo site oficial do presidente.
A recente formação do grupo “Militância Raiz”, com um site lançado em 19 de janeiro de 2024, afirma ser uma resposta às necessidades de organização da esquerda brasileira diante dos desafios geopolíticos contemporâneos. No entanto, evidências sugerem que este movimento parece estar longe de ser espontâneo.
Já publiquei anteriormente sobre a organização através deste link: x.com
Já publiquei anteriormente sobre a organização através deste link: x.com
Indícios de Coordenação
As atividades do “Militância Raiz” indicam uma coordenação meticulosa. Mensagens e campanhas promovidas pelo grupo no WhatsApp frequentemente aparecem nas redes sociais dos influenciadores envolvidos, sugerindo um padrão de comportamento orquestrado.
As atividades do “Militância Raiz” indicam uma coordenação meticulosa. Mensagens e campanhas promovidas pelo grupo no WhatsApp frequentemente aparecem nas redes sociais dos influenciadores envolvidos, sugerindo um padrão de comportamento orquestrado.
Por exemplo, em 11/06/2024, no grupo “Militância Raiz - Paraná”, o administrador Ivan Vieira enviou um áudio alertando sobre manifestações Bolsonaristas naquele dia e instruiu os membros a procurarem publicações de influenciadores específicos que estariam promovendo hashtags relacionadas ao tema. As postagens desses influenciadores naquele dia seguiram a pauta previamente anunciada.
No dia seguinte, uma imagem pedindo o fim da bancada evangélica foi postada e os administradores do grupo no Twitter replicaram a mensagem. Mensagens de ataque ao cantor gospel André Valadão também foram publicadas concomitantemente no grupo do WhatsApp e nas redes sociais por administradores do grupo.
Estrutura Organizacional
A criação de várias empresas por líderes do movimento e seus familiares próximo às datas de formação do grupo sugere uma operação organizada. Bruno de Alencar Laurindo, Jéssica Maranhão Rosa e Ivanilson Vieira dos Santos abriram empresas em um curto espaço de tempo, todas registradas com o mesmo CNES. Lázaro Murilo Maranhão Rosa, responsável pelo registro do site, e outros líderes ativos no WhatsApp, demonstram uma rede de liderança bem estruturada.
Informações que são de consulta pública, não há operação de stalking sobre os envolvidos.
A criação de várias empresas por líderes do movimento e seus familiares próximo às datas de formação do grupo sugere uma operação organizada. Bruno de Alencar Laurindo, Jéssica Maranhão Rosa e Ivanilson Vieira dos Santos abriram empresas em um curto espaço de tempo, todas registradas com o mesmo CNES. Lázaro Murilo Maranhão Rosa, responsável pelo registro do site, e outros líderes ativos no WhatsApp, demonstram uma rede de liderança bem estruturada.
Informações que são de consulta pública, não há operação de stalking sobre os envolvidos.
Financiamento e Influência
Os pagamentos feitos pelo gabinete do deputado Jilmar Tatto a Maxwell Gonçalves Nunes, que administra grupos de apoio ao presidente Lula, levantam suspeitas sobre o financiamento e a independência dos movimentos. A repetição de estratégias de desinformação e ataques coordenados é similar às táticas de movimentos extremistas do passado.
Os pagamentos feitos pelo gabinete do deputado Jilmar Tatto a Maxwell Gonçalves Nunes, que administra grupos de apoio ao presidente Lula, levantam suspeitas sobre o financiamento e a independência dos movimentos. A repetição de estratégias de desinformação e ataques coordenados é similar às táticas de movimentos extremistas do passado.
Conclusão
As evidências de coordenação e organização meticulosa desmontam a alegação de espontaneidade do “Militância Raiz”. A criação de empresas e o comportamento sincronizado nas redes sociais indicam uma operação planejada para influenciar o cenário político brasileiro. Essa estrutura organizada levanta sérias preocupações sobre a manipulação da opinião pública e a integridade do processo democrático, sugerindo que o “Militância Raiz” usa redes sociais para manipular e mobilizar de forma coordenada, minando a transparência do discurso político.
As evidências de coordenação e organização meticulosa desmontam a alegação de espontaneidade do “Militância Raiz”. A criação de empresas e o comportamento sincronizado nas redes sociais indicam uma operação planejada para influenciar o cenário político brasileiro. Essa estrutura organizada levanta sérias preocupações sobre a manipulação da opinião pública e a integridade do processo democrático, sugerindo que o “Militância Raiz” usa redes sociais para manipular e mobilizar de forma coordenada, minando a transparência do discurso político.
Da decisão da PGR
A decisão do PGR Paulo Gonet de não incluir o ‘gabinete da ousadia’ no inquérito das milícias digitais levanta questões sobre o viés na atuação do judiciário brasileiro, destacando diferenças no tratamento dado a diferentes espectros do discurso político.
A decisão do PGR Paulo Gonet de não incluir o ‘gabinete da ousadia’ no inquérito das milícias digitais levanta questões sobre o viés na atuação do judiciário brasileiro, destacando diferenças no tratamento dado a diferentes espectros do discurso político.
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